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Atribuição do papiloscopista está sacramentada há mais de 35 anos no DPF Postado em 16/12/2011 por SINPEFRN às 00:00

Alguns peritos criminais federais atuam para retirar a Perícia Papiloscópica do Instituto Nacional de identificação. No entanto, nota distribuída hoje, 15, pela Associação Brasileira dos Papiloscopistas Policiais Federais mostra que os próprios peritos criminais, em documento datado de 28 de dezembro de 1976, assinado pelo então Diretor do Instituto Nacional de Criminalística, José Cavalhero Neto, e pelo Diretor do Instituto Nacional de Identificação, Tebúrcio de Oliveira Neto,  dizem que as equipes técnicas para local de crime serão integradas por peritos criminais e papiloscopistas policiais federais, e a competência para realizar Perícias Papiloscópicas caberá apenas ao Instituto Nacional de Identificação.

"Isto demonstra claramente que há mais de 35 anos essa atribuição está sacramentada no âmbito do DPF para os papiloscopistas policiais federais e a competência é do Instituto Nacional de Identificação para realizar Pericias Papiloscópicas", diz o presidente da Abrapol, Celso Zuza da Silva Neto. Segundo ele, as provas técnicas da autoria dos crimes consubstanciadas nos laudos Papiloscópicos não podem ficar sujeitas às ingerências corporativistas.

Conforme o presidente da Fenapef, Marcos Wink, a autonomia técnica e funcional deve prevalecer na produção da prova técnica. "A Federação Nacional dos Policiais Federais está ao lado dos papiloscopistas e atenda contra qualquer ato que possa suprimir a atividade pericial desses colegas", diz o presidente.

Fonte: Agência Fenapef

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